segunda-feira, 5 de julho de 2010

A inclusão está na fase embrionária

A INCLUSÃO ESCOLAR AINDA USA FRALDAS?

Em resposta ao meu amigo Jorge Marcio sobre sua postagem no blog ( http://infoativodefnet.blogspot.com/2010/07/inclusao-escolar-ainda-usa-fraldas.html )
Tudo começou quando convesamos sobre uma questão levantada por mim:
"...como e quem deve levar uma pessoa com paralisia cerebral, jovem com 14 anos, ao banheiro da escola, se ele tem a altura de 1m80cm?
Diante dessas condições e dificuldades "muitas escolas estão levando os cadeirantes a usarem fraldas novamente"..., além de dizerem aos pais, que: "só na escola especial é que se leva um aluno(a) ao banheiro", reforçando ainda mais uma polêmica sobre o atendimento educacional especializado.

3 comentários:

Anônimo disse...

Todos podem pois ai esta a riqueza de apredizado que se da com a inclusão.Pena que não exergamos para alem de nossa falsa moral.Se deparar na vida com necessidade de ajudar o outro nos momentos de sua higiene é algo real para todos nos.Pois mais cedo ou mais tarde estaremos na condiçaõ de cuidadores de nossos parentes, salvo se não nos encontrarmos na condição de quem precisa.Somos um grupo de maes aqui em Fortaleza que luta pelo direito de seus filhos com deficiência e uma das bandeiras tem sido a inclusão na rede regular de ensino.Em 2005 incluimos 20 pessoas com deficiência (tidos como severos) numa escola da rede municipal.Todos os anos mudamos de escola para transformar pela ação. Temos um jovem (21 anos) com paralizia cerebral que hoje se encontra matriculado numa escola de ensino medio profissionalizante e que traz um relato muito importante: Os colegas fizeram um cronograma onde se reservam durante a semana como cuidadores do mesmo.Um dia um dos adolescentes depois de auxilia-lo na higiene apos o uso do sanitario,disse: O Davi esta nos preparando pra ser pais. Se depararmos com a real mensagem desta frase, jamais na história o homem passou por esta formação. De todas as tarefas domestica essa e a unica que encotramos maior resistencia.Precisamos deste solo fertil de aprendizagem onde se da nas riqueza das trocas de saberes na diversidade.Acreditamos na inclusão e de que nos familias somos agentes importantes nessa transformação.
Keila Chaves
CAMPE
Fortaleza ce

Maisa disse...

Ainda estamos tomados de receio, de contransgimento, não acostumados com a solidariedade em sentidos mais amplos inclusive. Todos precisamos do outro para viver, deficientes ou não. Acredito que, quando vencermos esse bloqueio que criamos para com a interação com o deficiente, quando não mais vermos essa interação com olhos de preconceito, estramento e medo, nos daremos conta de que conviver com a diferença é muito mais fácil do que pensamos e, principalmente, tão rico qaunto jamais pensamos.
Aluna Maisa Selbach - Inclusão Educativa, semestre 2011 01

Anônimo disse...

Realmente é uma situação complicada, porém, devemos ver o lado humano, ou seja, uma solução para resolver estas situações, porque não devemos excluir uma pessoa pela sua deficiência....Pois, a vida é bela, e cabe a nós transformar ela...Ajudar o próximo é a maior gratidão que o mundo possa ter, pois, vivemos num mundo capitalista onde o maior bem é a riqueza material e não a nobreza espiritual...

Marcos Juares dos Santos -LICO
Feevale - Inclusão Educativa !!!